quinta-feira, 31 de julho de 2014

Relações de trabalho são interessantes. Quem trabalha convive mais com seu colega do que com sua própria família. A diferença é que não dá pra quebrar o pau e no outro dia ficar bem!
Pra tentar contornar esse nosso instinto natural do conflito, haja gestão de RH. 
Aí entra a chatice da coisa: gestão de pessoas, liderança, feedback e outras ferramentas que eu considero insuportáveis. Ensina como maquiar a relação humana e tolerar o próximo ( inclusive já publiquei sobre tolerância, palavrinha escorregadia).
Tive vários chefes: do bon vivant que dava em cima das estagiárias ao chefe carrasco. Quanto aos colegas, ah os colegas...do moleque irresponsável à colega que quer o seu lugar na empresa.
Olho pra trás e vejo tudo o que já passei e vejo que hoje adoto a postura mais correta. Sento na mesa, coloco meu fone de ouvido e fico o máximo que posso alheia à tudo...senão já teria pirado!

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Esses dias encontrei com uma amiga e o assunto em pauta era o seu marido.
Retificando: não foi conversa, foi monólogo. Ela falou absurdos do marido, de como ele não a deixava opinar nas decisões do casal, de como ele se envergonhava de apresentá-las aos amigos dele, de como ele não valorizava o trabalho dela e blá blá blá.
Que vontade de perguntar o que ela estava esperando para pedir o divórcio. Mas a melhor pergunta (que daria uma tese de pós-doutorado!) é: porque as pessoas insistem em se manter em um relacionamento que não dá mais certo? comodismo? filhos? E sua vida pessoal como fica?
Eu penso que vivemos uma vez (ou mais, para os espíritas, budistas e por aí vai) e porque não tomamos as rédeas de nossas vidas em busca de ser feliz? Essa pergunta eu me faço sempre. Minhas escolhas devem buscar sim meu bem-estar e minha felicidade!


segunda-feira, 2 de junho de 2014

Tolerância é um termo que vem do latim `tolerare` que significa `suportar`, `aceitar
Às vezes usamos a palavra tolerância como algo positivo,  no sentido acima descrito, como aceitar algo diferente do que acreditamos/pensamos. Mas será que não significa mais o sentido de "suportar"?
Até onde devemos suportar aquilo que não nos faz bem, que não concordamos ou aceitamos?

Respeito, sim. Devemos respeitar a opinião, a escolha do outro. Mas tolerar vai além, é quando temos nosso espaço invadido e somos obrigados a aceitar, suportar...pronto, tolerar é isso: ser obrigado a suportar, aceitar....

terça-feira, 15 de abril de 2014

Tenho pena de gente miserável. Uma colega do trabalho teve bebê e resolveram fazer uma cota para o tal do chá de fraldas. Compraram duas caixas e não custou nem 20 reais pra cada um.
No dia de visitarmos o bebê, é de praxe levar um presentinho (roupa, brinquedo). Falei com uma amiga que ia comigo sobre o presente e ela soltou "levar presente? já ajudei na fralda!"
Isso tudo é pena de dar 35/40 reais numa roupinha de bebê?
Não sei se existe a lei do bate-volta, mas não acredito que os miseráveis recebam muito dinheiro nem sejam felizes com seus não-gastos!

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

As redes sociais trouxeram à tona o exibicionismo que há em muitos. Todos os dias, literalmente, vejo entre meus "amigos" alguma postagem relacionada a isso. As pessoas mostram o que querem que as pessoas pensam que elas são.
Aparece de tudo: casal mega-apaixonado, a mãe dedicada, o atleta imbatível, o profissional bem sucedido...quanto mais curtidas significa que mais pessoas admiram seu estilo de vida. Quanta bobagem! Quem precisa de curtida dos outros gente? Precisamos é nos aprofundarmos na vida real, no palpável. Mundo virtual na hora do big-bang tecnológico vai sumir!

sábado, 1 de junho de 2013

Num encontro entre amigas, sempre rola o tema relacionamento. Algumas estão bem, outras mal. Mas da última vez que me reuni com 4 grandes amigas, todas se queixavam de seus companheiros. Diga-se de passagem que todas vivem relacionamentos estáveis. Mas o problema era o mesmo: falta de atenção dos seus partners. 
Os homens priorizam o trabalho, os amigos, o futebol (ou qualquer outro esporte) e até sua coleção de moedas (ou outro hobby sem graça)...mas as mulheres ficam lá embaixo na sua lista de prioridades.
Eu me pergunto se eles estão certos e nós erradas. Talvez se nós cuidássemos mais de nós (não fisicamente, mas emocionalmente) e parássemos de jogar nossas expectativas nas costas deles, assim poderíamos viver melhor, e consequentemente ter um relacionamento mais saudável.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Todo mundo tem entre seus amigos um casal muito apaixonado. Daqueles que são muito carinhosos, atenciosos, tipo de novela mesmo.
Eu conheço um casal assim. Quer dizer, achava que conhecia. Fiquei surpresa quando uma amiga revelou a traição do marido. Tipo colega de trabalho dele, encontro as escondidas, viagens, troca de torpedos apaixonados. Quando ela descobriu, chutou o pau da barraca, obviamente. 
Ele, muito arrependido (pelo menos demonstrou isso) acionou todos os amigos em comum para reverter a situação, chorava copiosamente ao tentar se aproximar dela, mandava flores...moveu céus e terra para reconquistar a confiança dela. Por fim ela cedeu e estão juntos novamente.
Eu me fiz uma "simples" pergunta pra mim: dá pra confiar de novo? dá pra perdoar e esquecer?
Complicadíssimo...cada qual sabe o que sente. Não sei se eu seria capaz num caso extremo desses....